segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
El Blog de Víctor Prieto Rodríguez: PRESENTAN ESTUDIANTES DE ACTUACIÓN OBRA "LA CASA D...
El Blog de Víctor Prieto Rodríguez: PRESENTAN ESTUDIANTES DE ACTUACIÓN OBRA "LA CASA D...: "Texto y FotosVíctor Prieto. Porto Velho, Brasil, 5 de Diciembre.-Asistir a una obra de teatro siempre es para mí grato, y mucho más, si la..."
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
públicos privados e depravados: Públicos Privados e Depravados
públicos privados e depravados: Públicos Privados e Depravados: "Capítulo I - O início de uma história... [Como é a primeira postagem, do Grupo de teatro Públicos Privados e Depravados, acho pertinente,..."
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
CRÍTICA TEATRAL: Memória da carne - Por: Jória Lima
Onde se registra a memória afetiva na alma ou nas entranhas da carne? O que é mais imoral deixar morrer de fome ou masturbar-se? De que lado das grades está o verdadeiramente louco e o prisioneiro? De quem e de que forma nos permitimos dar e receber afeto na nossa cultura? A peça teatral Memória da Carne, uma produção da Cia. de Teatro Fiasco, dirigida por Francis Madison, que tem como dramaturgo Fabiano Barros e na atuação Eli Moreno e Cláudio Zarco, provocadiversos questionamentos como esses.
A obra se desenvolve a partir de ramificações de estímulos que se cruzam desde o início do processo criativo: texto, impressões, memórias, ações físicas, dança contemporânea, psicologia cognitiva, a dramaturgia do espaço e vários olhares se superpõem sem se anular e sem subserviências, afetando o trabalho de tal forma que o resultado sai do lugar-comum das montagens realistas/naturalistas e se insere no rol de produções contemporâneas de vanguarda que levam o público a reflexões, gerando diversas ordens de inquietações. Dois homens em cena que estando num mesmo espaço estão separados entre si mas, unidos por necessidades mútuas de afetos, de reconhecimento, de alimento para o corpo e alma. Um espaço não definido onde explodem memórias traduzidas em narrativas de rara beleza imagética como a extraordinária morte da mãe com uma estátua de anjo que lhe cai na cabeça durante uma procissão. Ao mesmo tempo, o exercício da memória revela o esquecimento de si. Desterritorializados os personagens vagam sem sair do lugar, em busca de repostas a questões metafísicas, revelando pensamentos provocativos como: Pra que servem os filhos? Para serem os pais que eles não tiveram, ou ainda, aquilo que amamos é o que nos mata.
A dramaturgia de Fabiano Barros mostra-se contundente, ousada e explícita. A irreverente direção de Francis Madison revela fisicamente a inquietude que se passa no interior dos personagens e do próprio público num conjunto expressivo entre o texto, o contexto, o corpo e a voz. A atuação merece destaque pelo vigor, beleza física dos atores, disponibilidade e talento para darem vida a personagens tão complexos. O local das apresentações é um charme à parte e parece ter sido moldado para apresentações teatrais. Uma encenação à altura de festivais nacionais como o Palco Giratório, vale a pena conferir a produção local.
SERVIÇO:
LOCAL: Faculdade Católica, rua Gonçalves Dias ao lado da Catedral.
HORÁRIO: 20:30h.
INGRESSO: inteira R$ 20,00 (vinte reais) e meia R$10,00 (dez reais) para estudantes.
IDADE: maiores de 16 anos.
SOMENTE AS SEXTAS-FEIRAS.
Fonte: Jória Lima
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Palco Giratório RO 2010: Crítica: Tropeço
Palco Giratório RO 2010: Crítica: Tropeço: "Foto: Avener Prado Por Jória LIma* O Teatro de formas animadas tem por característica dar vida ao objeto inanimado. O espetáculo apresenta..."
Palco Giratório RO 2010: Crítica: O Cabra Que Matou as Cabras
Palco Giratório RO 2010: Crítica: O Cabra Que Matou as Cabras: "Por Jória Lima* O genuíno teatro de rua em grande estilo. Isso é o que se pode dizer do espetáculo O Cabra que matou as cabras, uma adaptaçã..."
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Palco Giratório RO 2010: Crítica: Ele Precisa Começar: " Por Jória Lima* A tradicional disputa entre ficção e realidade se revela nesta peça como eixo dramatúrgico central. Em cena temos um ator-..."
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Palco Giratório RO 2010: Crítica: Filhas da Mata: "Por Víctor Prieto Rodríguez* La ciudad de Porto Velho se ha convertido en todo un seceso teatral al desarrolla desde el día primero y has..."
Arte e mistério
De todas as Artes o Teatro talvez seja a que mais exige do artista. Ela não exige muito, como costumo dizer, ela exige tudo! E por quê misteriosa razão ela continua exercendo seu fascínio ao longo da existência humana na Terra? Tanto para os que vêem mas, principalmente, para os que a praticam e sentem na própria carne os desafios de usar seu corpo, mente, alma, emoções e impressões como próprio objeto de trabalho e arte. O que existe de secreto nesta incrível arte que mesmo condenando à margem seus seguidores os mantém vivos, sóbrios, conscientes de si e de sua loucura sagrada. Acho que é exatamente isso, encontramos mistério quando pisamos o campo do sagrado e este não se explica com palavras mas, com a experiência viva! Bem vindos ao universo místico do Teatro! Evoé Baco!
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